EMS Saúde (DLOA)

Eu tinha prometido pra mim mesmo não colocar projetos curtinhos aqui. Especialmente porque, muitas vezes eles passam rápido, a gente não conhece ninguém direito e eles vão embora sem dar muito o ar da graça. Acontece que esse aqui foi interessante: um trampo de muita pesquisa na área da saúde, conhecimento, criação e interação com a equipe de DAs.

Confia.

Escrever sobre saúde estava sendo uma parada pra mim de 2021 a 2024. Foi nesta época que recebi um convite para atuar num projeto na área da saúde como analista de marketing para a empresa EMS Saúde, pela agência DLOA. O trabalho era basicamente criar conteúdo para duas extensas réguas de comunicação e CRM da empresa:

  • Hipertensão
  • Insuficiência cardíaca
  • Osteoporose

A ideia era cercar o paciente de informação útil em vários pontos de contato. Montei os textos das landing pages temáticas, as sequências de e-mails, disparos de WhatsApp e SMS, além do conteúdo de apoio em e-books e infográficos.

Essas réguas de comunicação incluíam também landing pages temáticas sobre cada uma das condições clínicas.

Um destaque marcante nesse projeto (além dos temas sensíveis, obviamente) foi o volume de pesquisa. Para cada frase que ia pros textos, existia um trabalho prévio de busca de referências científicas para comprovar a origem do dado.

Dar tom humano e acessível a um texto que precisa ser 1000% amparado por fontes médicas foi o verdadeiro tom e desafio desse case.

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Governo SP

Por um ano estive próximo da SECOM do Governo do Estado de São Paulo, trabalhando com o pessoal da Máquina Cohn & Wolfe, numa frente de conteúdo bastante específica que era a produção de infográficos para o portal do Governo.

Um trabalho diferente e muito interessante que se baseava em entender que notícias poderiam render bons números e um jeito de contar divertido, funcional, atraente, viral etc.

Algumas delas estão abaixo:

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Mongaguá

Eu mudei para a cidade de Mongaguá (litoral sul paulista), em 2020, após a perda do meu pai, um desses eventos canônicos que mudam a vida da gente pra sempre. Minha mãe passou a morar sozinha na cidade, então resolvi ficar mais próximo dela, ajudar nas coisas básicas da vida, num momento em que estávamos todos praticamente reaprendendo a andar.

No ano seguinte, eu criei um projeto socioambiental relacionado à limpeza da cidade que se chamava “Mongaguá Mais Limpa” e era baseado no Plogging, atividade física que consiste na prática de exercícios físicos recolhendo o lixo que aparece pelo caminho. Ainda em 2021, criei uma espécie de vídeo chamamento para o projeto, financiado com o apoio da Lei Paulo Gustavo, utilizando minhas experiências em audiovisual e edição de vídeo.

No final de 2025, já morando há três anos na cidade, fui impactado pela escassez do acesso à informação na cidade. Uma vez, por acaso, descobri que estava acontecendo uma oficina de escrita criativa que eu adoraria ter participado, se soubesse que ela aconteceria.

Pensei em formas de relacionar a população à informação e, apesar da falta de tempo para tocar um portal de notícias completo, criei o Diário Mongaguá, uma iniciativa de jornalismo independente, baseada em ferramentas de inteligência artificial.

Este projeto começou com a ideia de automatizar o diário oficial da cidade, divulgando informações relevantes em formatos de posts no Instagram e Facebook, com informação baseada em IA, desmistificando o vocabulário muitas vezes jurídico dos decretos, leis e notas da publicação oficial.

Com o tempo, o projeto que era para ser automatizado, acabou sendo feito com uma edição humana da minha parte. Desde outubro de 2025, todas as edições do Diário Oficial de Mongaguá são transcritas de maneira menos jurídica e de fácil entendimento, transformadas em formato carrossel para Instagram. As informações que julgo mais relevantes e de utilidade pública são também compartilhadas no portal oficial e em posts únicos no feed.

Estou buscando parcerias para viabilizar esse projeto de uma maneira ainda mais profissional, com consultoria de profissionais e até colaboradores.

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Projetos de edição de vídeo

Comecei a aprender sobre edição de vídeo em 2015, usando um software gratuito com poucos atalhos, mas que me deu uma noção prática de como pilotar um editor profissional. Quando descobri as funcionalidades do Adobe Premiere Pro, eu já sabia fazer tudo aquilo, porém de um jeito talvez um tanto mambembe e “na unha”, como dizem os antigos.

Era como pilotar um fusca e, de repente, ganhar um Tesla na promoção.

Comecei editando pequenos projetos pessoais, em especial vídeos para o Projeto 2005, um e algumas tentativas de vlogs. Em seguida, comecei a absorver alguns freelas da produtora Conan House Films para empresas como APAS e Daiichi Sankyo Brasil, além de editar a série OZI Entrevista, uma escola de audiovisual de Brasília, ainda pela mesma produtora. Na mesma época também peguei alguns freelas com a Chá Filmes e alguns outros trabalhos pontuais menores.

Em 2019, atuei como Analista de Conteúdo para a Drive RH, onde também editei vídeos para o canal da Consultoria, além da adaptação de algumas pílulas para Instagram e Linkedin.

Abaixo, alguns vídeos que participei da montagem/edição:

https://www.instagram.com/reel/Cor6MT2paNA

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Siciliano livros e música, Robson, boa tarde

Um bom começo pro meu portfólio profissional é falar do primeiro emprego.

A livraria Siciliano me proporcionou, entre 2002 e 2003, estar próximo do que eu mais amava: os livros (soa meio babaca, né?). Ao mesmo tempo, pude aprender um pouco sobre rotinas corporativas, obrigações, resultados e outro tanto de politicagem empresarial, boas maneiras, atendimento ao cliente, uma infinidade de coisas que um cara de 18 anos precisa para começar no mercado de trabalho.

Inclusive, nesta empresa eu me inscrevi para a vaga de estoquista, que eu julgava mais obscura, ou mais apagada, mais fácil de lidar, aparentemente. Acontece que, durante a conversa, a gerente K. me entendeu como alguém que poderia falar melhor de livros do que somente registrá-los num sistema. Então ela me deu a negativa para a vaga de estoquista e a oportunidade de começar como vendedor de loja.

Neste período, conheci a rotina de um livreiro, o trato com as editoras, as listas de mais vendidos, as organizações por seção. Também pude conhecer como funciona o recebimento das bancas de revistas, os encalhes. Foi uma excelente primeira experiência pré-faculdade de Jornalismo.

Montando relatório antes de ser modinha

O que eu considero um grande feito dessa época foi o relatório que criei para as reuniões mensais.

Um dos problemas para todos nós vendedores daquela loja era o começo do mês seguinte, em que precisávamos extrair e organizar os números comparativos de estoque e venda da seção que cuidávamos para mostrar na reunião com o gerente, encarregados e equipe.

Claro, no estoque tinha um post-it com uma conta anotada numa prateleira cuja ideia era explicar como calcular o crescimento mensal e anual, mas o conhecimento mesmo de como fazer (ou como entender um post-it já quase apagado pelo tempo) era meio passado de pessoa para pessoa, sem nada minimamente documentado. Se todo mundo ganhasse num bolão da mega-sena, os vendedores que entrassem no nosso lugar não saberiam fazer as contas, basicamente.

Eu transformei esse conhecimento e as anotações do estoque numa espécie de framework (obviamente sem saber o que era um framework na época) que detalhava o passo a passo que o vendedor precisava fazer para extrair os dados e fazer os cálculos, com campos definidos para a pessoa simplesmente preencher, usar a calculadora e levar na reunião.

Pensando um pouco melhor, eu acabei fazendo uma pesquisa interna entre os vendedores (é mais fácil quando são seus amigos) e entendi que campos e que explicações precisariam constar naquele relatório. Criei, fiz umas 20 cópias e distribuí para toda a equipe que, a partir de então, começou a usar em cada reunião mensal (vale dizer que estamos falando aqui de 2002, a época do papel, do físico, do Código da Vinci bombando e não dos celulares ou do fácil acesso aos notebooks).

Deixei a loja meses antes de começar a faculdade de jornalismo.

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Portais e outros universos online

Minha primeira experiência na área de conteúdo para a internet foi num portal.

E aqui estou falando do já extinto GuiaSP, um site que trazia matérias, coberturas, notas e releases sobre aparelhos culturais da cidade de São Paulo. Festas, exposições, shows, peças de teatro, enfim. Eu fazia parte de uma equipe de 5 pessoas cobrindo a agenda cultural de São Paulo.

Em seguida, trabalhei como freelancer para a Magnet, uma agência de notícias de tecnologia do Rio de Janeiro na qual escrevia para portais do Terra, Yahoo, PC World e MacMania (talvez?).

Em 2008, após uma experiência de blog pessoal meio confusa e que atirava pautas para todos os lados, basicamente, comecei a escrever pontualmente para o Per Raps, um portal com conteúdo sobre rap e cultura hip-hop, produzindo matérias e colunas sobre lançamentos de discos, opinião e cobertura de eventos.

Como escrevi para os mais diferentes tipos de sites, deixo aqui como recomendação acessar o meu perfil do Contently, onde estão alguns textos, matérias, releases, reviews etc. Atualmente, escrevo com alguma periodicidade para o portal Creativosbr, gerido pela agência da qual estou desde janeiro/2026. Lá publicamos notícias sobre o universo da publicidade.

E certamente não existe portal onde minhas ideias ganhem cada uma seu exposed particular: meu blog pessoal, ativo desde 2011, porém editado e lapidado por ordem da minha equipe de advogados fictícia (em outras culturas conhecido também como “consciência”).

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